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Rached é o novo head de investimentos do Daycoval

Mauro Rached deixou a área de produtos da Integral investimentos, onde ficou apenas 1 ano, para assumir o cargo de head de investimentos do banco Daycoval. Antes de ir para a Integral ele trabalhou por 19 anos no BNP Paribas, onde passou por várias áreas e deixou a instituição em janeiro do ano passado como CEO de wealth management. Também esteve, anteriormente, por cinco ano no CCF, banco comprado em 2000 pelo HSBC.
Rached é advogado e engenheiro civil de formação, com MBA em finanças pela FIA.

Banco Bari compra carteira de R$ 86 milhões da Tecnisa

O Banco Bari, especializado em crédito com garantia, fechou contrato de compra de carteira da incorporadora Tecnisa no valor de R$ 86 milhões, incluindo 452 contratos de empreendimentos comerciais e residenciais localizados nas cidades de São Paulo e Brasília. Essa é a quinta operação de atacado feita entre o Bari e a Tecnisa e a maior já realizada pelo banco.
“O mercado imobiliário continua muito aquecido e as construtoras estão fazendo caixa para comprar mais terrenos para futuros empreendimentos. Nossa expertise no ciclo completo do

Brandão deixa a presidência do Banco do Brasil

Comunicado enviado pelo Banco do Brasil à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no dia de hoje (18/03) informa que o presidente do Banco do Brasil, André Guilherme Brandão, renunciou ao cargo que ocupa na instituição. Segundo o documento, ele sairá efetivamente do posto no dia 1º de abril.
Segue o fato relevante enviado pelo banco do Brasil à CVM: “em conformidade com o § 4º do art. 157 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e com a Instrução CVM nº 358, de 03 de janeiro de 2002, o Banco do Brasil comunica que o Sr. André Guilherme

Brandão permanece à frente do Banco do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro desistiu de demitir o presidente do Banco do Brasil, André Brandão, alertado pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e pelos ministros da Economia e da Advocacia-Geral da União, respectivamente Paulo Guedes e José Levi, de que a demissão poderia resultar em processos legais movidos por investidores no Brasil e Estados Unidos, alegando interferência indevida no banco. O Banco do Brasil tem ações negociadas na bolsa brasileira e americana.
A demissão de Brandão chegou a ser cogitada pelo presiden

Guedes e Campos Neto buscam manter Brandão no Banco do Brasil

André Brandão, presidente do Banco do Brasil
André Brandão, presidente do Banco do Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, busca reverter suposta ordem dada pelo presidente Jair Bolsonaro para demitir o presidente do Banco do Brasil, André Brandão. Bolsonaro teria pedido a cabeça do presidente do banco, que assumiu o posto há pouco mais de três meses em substituição a Rubem Novaes, ao saber do anúncio de fechamento de cerca de 200 agências e de um plano de demissão voluntária com o objetivo cortar 5 mil vagas.
Além de Guedes também o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, estaria envolvido na operação de joga

Do campo para os fundos | Prestes a completar dez anos em agosto, a Cédula de Produto Rural (CPR) desponta como lastro de carteiras de investimento destinadas aos institucionais

Edição 148

De olho no crescimento exponencial do agronegócio brasileiro, o Banco Santos lança, dentro de dois meses, o primeiro Fundo de Investimento Financeiro (FIF) com lastro em Cédulas de Produto Rural (CPR) direcionado a investidores institucionais. Criadas em 1994 para financiar a produção rural, as CPRs têm grande potencial de crescimento e podem, ainda este ano, ganhar um empurrãozinho do governo com a regulamentação do Certificado de Recebível do Agronegócio (CRA). O novo papel permitirá a securitização dos

ABN asset alinha com a matriz | Nova estrutura, com três diretorias, vai permitir maior integração com as outras unidades mundiais

Edição 148

A asset do ABN Amro está de cara nova, com a definição de três novas diretorias que passam a funcionar sob o mesmo guarda-chuva, comandado por Luiz Eduardo Maia, mas com uma integração maior à matriz do grupo em Amsterdã (Holanda). O objetivo da mudança seria permitir uma maior integração dessas áreas com as suas congêneres dos outros países, que passaram a adotar estrutura semelhante.
Com o novo desenho, a asset fica dividida nas seguintes diretorias: varejo e private banking (englobando a distribuiç

Crescimento à francesa | Em quatro anos, a asset do BNP cresceu de R$ 947 milhões para R$ 10,21 bilhões. Para a concorrência, esse salto é fruto de uma insana guerra de taxas no setor

Edição 146

Em 2000, pouco depois de se associar ao Paribas, o BNP definiu para sua filial brasileira planos que pareciam ser, no mínimo, megalomaníacos: aumentar em seis vezes o volume de recursos de terceiros administrados pela asset. Quatro anos depois, a constatação é que a meta era não só factível como até modesta. Segundo o ranking Top Asset, publicado semestralmente por esta revista, a asset do BNP fechou dezembro de 2003 com R$ 10,21 bilhões sob gestão, pouco mais de dez vezes os R$ 947,80 milhões que tinha em

De volta ao lucro | Banco mostra superação ao ressurgir após a marcação a mercado, que gerou perdas e mudanças nas aplicações; hoje, excelentes rendimentos levam a instituição ao topo

Edição 144

A crise da marcação a mercado dos títulos públicos, que balançou fortemente a estrutura da asset do ABN Amro na segunda metade de 2002, parece estar completamente superada. Embora tenha sido uma das mais afetadas pelo processo de precificação dos papéis a mercado, a ponto de ver sair de suas carteiras nada menos de R$ 2 bilhões nos meses seguintes à marcação, a asset do banco holandês voltou a crescer em 2003 e seus fundos estão apresentando ótimas rentabilidades – no ranking dos melhores fundos