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Soares é contratado como CEO da Modal Administração Fiduciária

Ricardo Lima Soares, CEO da Modal Administração Fiduciária
Ricardo Lima Soares, CEO da Modal Administração Fiduciária

A Modal Administração Fiduciária (MAF), cuja aquisição pelo Apex Group foi anunciada em novembro do ano passado, contratou Ricardo Lima Soares como seu novo CEO. O executivo tem uma longa trajetória nesse segmento, tendo atuado como diretor do Securities Service do Itaú por 11 anos, até 2016, e anteriormente na área de operações e TI do JP Morgan Chase por 28 anos.
"A união da MAF ao Apex Group traz para o mercado local os benefícios de um provedor independente global, com fundos, empresas e soluções bancárias para atender às necessidad

A Prevcom-MG recontrata serviços de custódia da Caixa

A Prevcom-MG, fundo de pensão dos servidores do Estado de Minas Gerais, recontratou os serviços de custódia e controladoria da Caixa. Segundo o presidente da entidade, Armando Quintão Bello, é o segundo mandato da Caixa na área e os serviços foram contratados através de licitação na modalidade concorrência pelo menor preço.

Magliano troca o varejo pelo atacado | Corretora dá adeus às pessoas físicas e aposta em administração, controladoria e custódia de fundos

Magliano Neto: começamos área de administração de fundos há 12 anos
Magliano Neto: começamos área de administração de fundos há 12 anos

A Corretora Magliano, um dos nomes mais tradicionais dos pregões brasileiros, acaba de dar um passo ousado em sua estratégia de tentar garantir seu espaço em um mercado dominado, cada vez mais, por grandes grupos. No final de julho, a Magliano deu adeus aos seus 2 mil clientes pessoas físicas, detentores de R$ 2 bilhões em ativos, que passam a ser atendidos a partir de setembro pela Guide Investimentos, e concentra suas atividade na área administração, controladoria e custódia de fundos, frente de negócios na qual vem obtendo bom desempenho.

A filosofia da Mirae | Corretora coreana entra no mercado de administração de recursos com equipe inicial de sete profissionais e filosofia de serviços bons e baratos

Spyer: esse é um nicho do nosso mercado muito carente
Spyer: esse é um nicho do nosso mercado muito carente

A corretora de origem coreana Mirae Asset Wealth Management iniciou em abril a oferta do serviço de administração de fundos para terceiros. “O que nos motivou a entrar nesse mercado é a possibilidade de alcançar uma boa escala que torne o negócio lucrativo”, diz o diretor da Mirae, Pablo Spyer.
Assim como nas operações em bolsa, a Mirae também vai adotar uma estratégia agressiva de preços para conquistar espaço no mercado de administração, conta Spyer. “Seguimos com a filosofia coreana de oferecer um produto bom e barato”, pondera o exe

Bradesco retoma liderança na custódia | Com incorporação dos ativos do HSBC, banco da Cidade de Deus fica ligeiramente à frente do Itaú

André Bernardino, do Bradesco
André Bernardino, do Bradesco

Edição 293

 

Ranking Geral (em pdf)

O mercado brasileiro de custódia de ativos de terceiros passou por mudanças importantes nos últimos doze meses encerrados em março de 2017, com o Bradesco retomando a liderança das mãos do Itaú após a compra do HSBC, e com players globais, como Citi e Deutsche, reduzindo suas operações locais. De acordo com o ranking da Anbim

Desafios à vista | Bancos trabalham na melhoria de suas próprias estruturas para otimizar eficiência dos serviços prestados e com isso conquistar novos mandatos

Joaquin Alfaro, do Santander
Joaquin Alfaro, do Santander

Edição 293

 

Mercado Doméstico (em pdf)

Fundos de Pensão (em pdf)

O mercado interno de custódia não registrou alterações entre as primeiras colocações, com Bradesco e Itaú mantendo com certa folga o topo do ranking da

A volta dos estrangeiros | Mudanças políticas e econômicas atraíram fluxo de recursos de investidores internacionais ao país nos últimos meses

Roberto Paolino, do Citi
Roberto Paolino, do Citi

Edição 293

 

Mercado externo (em pdf)

O Citi manteve com folga a primeira colocação no ranking da Anbima do mercado externo de custódia, com crescimento de 18,53% nos doze meses encerrados em março de 2017, para R$ 637,34 bilhões. No período, o banco reduziu sua atuação no mercado doméstico e reforçou sua estratégia na área internacional, que tradicionalme

O risco aumentou | Administradores de fundos notam aumento do risco na prestação do serviço com avanço da regulação, com recuo de alguns players e entrada de outros

João Vagnes, da BB DTVM
João Vagnes, da BB DTVM

Edição 293

 

Administração Fiduciária (em pdf)

A Instrução 558 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de março de 2015, aumentou as obrigações e exigências que os prestadores de serviços precisam assumir enquanto administradores fiduciários de fundos de investimento, seja nas áreas internas de controles, compliance ou de gestão de risco. Esse aumento do sarr

Itaú lidera custódia | Em disputa acirrada com Bradesco, o Itaú retoma liderança geral da custódia e aposta na oferta de serviços financeiros globais para manter crescimento

 Ricardo Soares, do Itaú
Ricardo Soares, do Itaú

Edição 282

 

Na disputa pela liderança geral do mercado de custódia, os dois principais concorrentes do mercado financeiro nacional têm se alternado na primeira posição. No final de 2014, o Bradesco era o líder, seguido de perto pelo Itaú. Agora, o Itaú retomou a liderança ao atingir R$ 1,125 trilhão, segundo dados da Anbima referentes a março de 2016. O Bradesco não ficou muito distante, com R$ 1,080 trilhão e promete retomar a posição perdida, sobretudo após a incorporação do HSBC, prevista i

Disputa entre os grandes | Bradesco ultrapassa R$ 1 trilhão e lidera no mercado doméstico, seguido de perto pelo Itaú; Santander fortalece atuação no segmento

André Bernardino, do Bradesco
André Bernardino, do Bradesco

Edição 282

 

O mercado de custódia doméstica continua dominado pelas maiores instituições financeiras privadas do país. O destaque ficou para o Bradesco que superou a marca de R$ 1 trilhão em ativos de custódia do mercado interno, seguido de perto pelo Itaú (ver tabela), que ficou em segundo lugar. No ranking geral, porém, o Itaú mantém a liderança por causa da soma dos ativos do mercado doméstico com o externo (ver pág. 18). Outro destaque foi o crescimento do Santander que saiu de R$ 176,79 b